Você não pode controlar aquilo que não consegue rastrear.

Rastreabilidade de processos no Fluig com trilha de auditoria e evidência de aprovação
Cada movimentação grava autor, data e documento à vista — sem anotação manual.

Processos operacionais mal monitorados criam falhas silenciosas: prazos perdidos, entregas com erro, auditorias incompletas e, em muitos casos, riscos legais e reputacionais.

A rastreabilidade não é um recurso opcional — ela é um pilar de eficiência e segurança.

Com o BPM do Fluig, você transforma seus processos críticos em operações transparentes, auditáveis e à prova de improviso.

Na Future Station, já ajudamos empresas a mapear e automatizar fluxos operacionais com total controle sobre cada etapa — da origem ao destino.


Que processo isso resolve

Rastreamento completo de processos operacionais (produção, qualidade, logística, contratos, etc.), com foco em controle e visibilidade.

Quem sente a diferença


O que muda com o Fluig na prática:


O resultado?


Seus processos são críticos? Então precisam de controle real

Se sua operação depende de planilhas, papel, ou “experiência da equipe”, você está correndo risco desnecessário.

Com o Fluig e a experiência da Future Station, você estrutura a rastreabilidade como um ativo estratégico.

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O que rastreabilidade de processos realmente significa

Rastreabilidade não é ter o registro. É conseguir responder quatro perguntas sobre qualquer etapa, meses depois, sem depender da memória de ninguém: quem fez, quando, com base em qual documento e com qual autorização. Se alguma dessas quatro respostas exige garimpo em e-mail, o processo não é rastreável.

É por isso que planilha compartilhada não resolve. Ela guarda o resultado, mas não guarda o caminho. Um processo desenhado na TOTVS Fluig grava o caminho automaticamente, porque cada movimentação é uma transação do sistema e não uma anotação manual.

Os 4 registros que sustentam uma auditoria

1. Autoria de cada movimentação

Cada aprovação, devolução ou alteração fica ligada ao usuário que a executou. Login compartilhado destrói esse registro — é o primeiro ponto que uma auditoria séria testa.

2. Carimbo de data e hora

Não a data em que alguém digitou, mas a que o sistema registrou. É o que permite medir tempo por etapa e provar que a aprovação veio antes do pagamento, e não depois.

3. Documento vinculado à decisão

O anexo fica preso à etapa em que foi juntado, na versão que o aprovador viu. Substituir o arquivo depois gera nova versão, não sobrescreve o histórico.

4. Justificativa nas exceções

Toda regra tem exceção; o problema é exceção sem motivo registrado. Campo obrigatório de justificativa transforma o desvio em informação em vez de em suspeita.

Perguntas frequentes sobre rastreabilidade no Fluig

Isso deixa o processo mais lento?

Não, porque o registro é automático. O que costuma parecer lentidão é o processo passar a exigir informação que antes era pulada — e essa exigência é justamente o ponto.

Dá para exportar a trilha para o auditor?

Dá. O histórico da solicitação sai como relatório, com etapas, responsáveis, datas e anexos, sem alguém montar o dossiê à mão.

Quanto tempo o histórico fica guardado?

Pelo prazo que a política de retenção definir. O ponto de atenção é definir esse prazo antes, e não descobrir na auditoria que alguém limpou a base.

Serve para processo que hoje roda fora do sistema?

Serve, e é o caso mais comum. O ganho aparece quando o processo crítico sai do WhatsApp e do e-mail e passa a ter um lugar onde a evidência existe por construção.

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