Construir no Fluig com menos esforço. É para isso que existe o PULSAR.
O PULSAR é o software com IA que a Future Station usa para acelerar a construção de soluções em Fluig. Ele não substitui quem entende o seu processo: é conduzido por especialistas que já viram mais de 500 processos reais e sabem o que precisa existir, e o que não precisa. O resultado é uma entrega adequada com menos horas de desenvolvimento, e isso aparece na proposta.
Tecnologia própria. Usada pela nossa equipe, não licenciada para você operar.
46 mil+
horas de trabalho em TOTVS Gestão e Fluig
500+
processos reais na experiência do time
1
especialista conduzindo cada construção, do entendimento à publicação
Em cada projeto, o repertório serve para:
- 01
Reconhecer a estrutura
quem solicita, quem executa, quem aprova, o que entra, o que sai e onde há integração
- 02
Perguntar melhor
separar o que é padrão do que é só da sua empresa, antes de escrever uma linha
- 03
Reaproveitar o pertinente
modelos e componentes que já existem entram quando cabem, e só quando cabem
- 04
Validar com critério
saber onde um processo costuma quebrar é o que orienta os testes
✓ menos esforço de desenvolvimento, com entendimento, testes e revisão preservados
A gente não gosta de trocadilhos baratos.
Mas a eficiência do PULSAR veio do futuro mesmo.
Pulsar é uma estrela que gira e emite pulso em intervalo exato, tão exato que dá para acertar relógio por ela. Processo bom é igual: tem batida, prazo e ritmo, e não depende de alguém lembrar de cobrar. Hoje todo projeto Fluig da Future Station passa pelo PULSAR, conduzido por gente que sabe o que está pedindo a ele.
Repertório não é estoque.
É leitura.
Mais de 500 processos, de RH a Jurídico, de Compras a Diretoria, ensinaram uma coisa: as rotinas mudam de empresa para empresa, mas as estruturas se repetem. Alguém pede, alguém executa, alguém aprova; uma informação entra, outra sai; uma regra vale sempre, uma exceção importa; em algum ponto o processo conversa com outro sistema. O que a Future Station fez com essa experiência foi transformá-la em critério para decidir, especificar, reaproveitar e validar. É esse critério que orienta a construção com IA.
Reconhecer
Ver a estrutura por baixo da rotina
Uma solicitação de compra e uma requisição de pessoal não são o mesmo processo. Mas as duas têm justificativa, aprovação por alçada, conferência de informações e uma integração no final. Reconhecer isso em minutos, e não em semanas de levantamento, é o primeiro uso do repertório.
Especificar
Dividir a construção em partes que fazem sentido
Primeiro o fluxo, depois o formulário, depois as validações e as regras de aprovação, na ordem que o projeto pede. A experiência diz por onde começar, o que costuma mudar depois e o que precisa ficar decidido antes de a IA gerar qualquer coisa.
Reaproveitar e validar
Usar o que já existe, testar onde costuma quebrar
Modelos e componentes já construídos entram quando são pertinentes ao seu caso, e ficam de fora quando não são. E, como a equipe sabe onde um processo desse tipo costuma falhar, a validação começa pelos pontos certos. O que é específico da sua empresa é investigado, não presumido.
A IA constrói mais rápido.
Quem decide o que construir continua sendo gente.
A condução não é uma revisão de código no final. Começa no entendimento do negócio e acompanha cada parte da construção. O especialista delimita o problema, decide o que entra e o que fica de fora, orienta a IA parte por parte e valida o resultado. É ele quem mantém simples o que deve ser simples.
Mantém simples o que deve ser simples
Existe uma diferença entre o que dá para construir e o que você precisa. Um processo simples não ganha três alçadas, dez campos e uma integração só porque a tecnologia permite. Essa decisão é o trabalho mais valioso do especialista, e nenhuma ferramenta toma no lugar dele.
Entende o negócio
Conversa com quem opera e com quem decide, e entende a rotina antes de pensar em tela.
Delimita o problema
Define o que o processo precisa resolver e o que fica para uma segunda etapa, se houver.
Decompõe a construção
Fluxo, formulário, validações, aprovações: cada parte é orientada e conferida antes da seguinte.
Orienta a IA e define limites
O que a IA gera sozinha, o que passa por aprovação e o que ela não escreve. Erros existem; a orientação e a validação são o que os pegam.
Valida e assina
Testa onde o processo costuma quebrar e assina antes de publicar no seu Fluig. O código entregue é seu.
Você explica o processo uma vez.
A construção segue em partes, com a condução do especialista.
Esta é a única sequência cronológica da página. Os fundamentos (experiência, conhecimento de Fluig, engenharia e IA) trabalham juntos o tempo todo; o que muda de uma etapa para outra é o que está sendo decidido.
- 01
Entendimento
Você descreve como o processo funciona hoje. A gente levanta rotina, pessoas envolvidas, regras, aprovações, prazos e exceções, com quem opera e não só com quem decide.
- 02
Delimitação
O especialista separa o que é estrutura conhecida do que é específico da sua empresa, e decide o que precisa de alçada, o que precisa de prazo e o que só precisa de registro.
- 03
Mockup
Antes de construir, um mockup para refinar as regras com quem vai usar. Ajuste aqui custa uma conversa. Ajuste depois de publicado custa um projeto.
- 04
Construção orientada
Fluxo, formulário, validações e aprovações, uma parte por vez. O PULSAR acelera a geração; o especialista orienta, confere e só avança quando a parte anterior está certa.
- 05
Validação e publicação
Testes nos pontos onde esse tipo de processo costuma falhar, revisão e assinatura. O processo entra no seu Fluig, versionado, e o código é seu.
“Quero um processo de solicitação de compra.”
Veja o que o especialista faz com essa frase.
Situação ilustrativa, não um caso real. Serve para mostrar como a experiência identifica a necessidade, evita controle sem justificativa e orienta a construção em partes.
O que ele reconhece
Uma estrutura que já viu muitas vezes
Alguém pede, informa centro de custo e justificativa; alguém aprova conforme o valor; o pedido segue para Compras; em algum ponto vira pedido no ERP. Isso ele reconhece na primeira conversa e não precisa levantar do zero.
O que ele pergunta
O que é só da sua empresa
Quais valores mudam a alçada? Existe compra recorrente que não precisa de aprovação? Quem compra para várias filiais? O fornecedor precisa estar homologado antes ou depois? As respostas definem regras e exceções, e são investigadas, não presumidas.
O que ele decide não construir
Controle sem justificativa fica de fora
- Uma segunda alçada “por garantia”, se ninguém pediu e ninguém vai usar
- Dez campos que existem só porque o formulário antigo tinha
- Um painel gerencial antes de o processo ter volume para justificar
- Uma integração com o ERP na primeira versão, se a entrada manual resolve enquanto a regra se estabiliza
- Fluxo: etapas, responsáveis e prazos
- Formulário: só os campos que a decisão precisa
- Validações: o que impede o pedido de seguir errado
- Aprovação: alçada por valor, com registro de quem decidiu
- Integração: quando fizer parte do escopo
Menos horas de desenvolvimento.
Não menos entendimento, testes ou qualidade.
O orçamento de um projeto Fluig é, em boa parte, horas de construção. Quando a equipe reconhece a estrutura mais rápido, reaproveita o que é pertinente e deixa a IA fazer a parte repetitiva sob orientação, essas horas caem. O que não cai é o trabalho de entender, decidir, testar e publicar. É por isso que a proposta pode ser mais competitiva sem ser mais barata na qualidade.
Horas de desenvolvimento
Aqui está a redução
Menos trabalho manual repetitivo e menos complexidade desnecessária. Em escopos comparáveis, a empresa comunica até 50% menos custo de desenvolvimento, sempre condicionado ao escopo, às integrações e ao que pode ser reaproveitado.
Prazo
Cai, mas não na mesma proporção
Prazo depende de aprovações do seu lado, de homologação, de integrações e de janela de publicação. Construir mais rápido ajuda; não transforma um projeto de dois meses em um de um mês por decreto.
Investimento total
Inclui o que não pode faltar
Entendimento, mockup, testes, revisão e publicação continuam no orçamento, porque são o que faz o processo funcionar no terceiro mês. A competitividade vem de precisar de menos esforço para o mesmo resultado, não de retirar etapas.
Quatro coisas trabalhando juntas,
o tempo todo.
Não é uma linha de montagem em que a experiência entra primeiro e a IA por último. Os quatro fundamentos giram em torno de cada decisão do projeto.
- Experiência de negócioMais de 500 processos reais viraram critério para reconhecer estruturas e investigar o que é específico.
- Conhecimento de FluigFormulários, datasets, eventos, alçadas e integrações conhecidos por dentro, com o que funciona e o que quebra em cada versão.
- Engenharia responsávelDelimitar, decompor, orientar, testar e assinar. Simples onde deve ser simples.
- Construção com IAO PULSAR acelera as partes repetitivas da construção, dentro dos limites que o especialista define.
O instrutor dos desenvolvedores da TOTVS é quem orienta e assina o que o PULSAR constrói.
Igor Rodrigues formou desenvolvedores dentro da própria TOTVS antes de virar Tech Lead da Future Station. É esse conhecimento da estrutura do produto que define os limites do PULSAR, orienta cada parte da construção e assina o processo antes de subir.
Traga um processo real.
A gente avalia com você o que precisa existir.
Escolha o processo que mais gera ida e volta na sua área e conte como ele funciona hoje. A conversa é sobre a sua rotina; o que cabe no Fluig, o que pode ser reaproveitado e o que é só seu aparece na avaliação de escopo. Sem licença do PULSAR, sem cobrança por processo ou por usuário: você contrata o projeto.
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