A área de Tecnologia da Informação é o coração de qualquer organização moderna.
Gerenciar chamados, atendimento interno e suporte técnico de forma manual ou despadronizada compromete a eficiência e gera insatisfação interna.
Com os Flows de TI da Future Station para o Fluig, sua empresa ganha agilidade, controle e visibilidade total sobre as demandas de tecnologia — sem desenvolver processos do zero.
Principais Processos de TI Digitalizados com Future Station
🛠️ Help Desk (Atendimento TI)
Abertura de chamados automatizada: colaboradores registram suas solicitações com categorização, nível de urgência e detalhamento.
Controle de SLA (Service Level Agreement): prazos de atendimento parametrizados para diferentes tipos de chamados.
Gestão de fila de atendimento: visualização de chamados pendentes, em andamento e concluídos.
🖥️ Atendimento Interno para Outras Áreas
Atendimento técnico a setores internos: suporte para problemas de hardware, software, sistemas internos e redes.
Integração com Facilities: atendimento de solicitações como manutenção de estações de trabalho e infraestrutura de TI.
🧩 Gestão de Ativos de TI
Cadastro de ativos: equipamentos, licenças e sistemas.
Controle de movimentações: registros de empréstimos, devoluções e substituições.
Benefícios Diretos da Digitalização da Área de TI no Fluig
🚀 Respostas mais rápidas às solicitações internas
📈 Monitoramento de performance da equipe de suporte
⏳ Redução de tempo de resolução de problemas
🔒 Rastreabilidade e histórico de atendimento
💬 Comunicação padronizada entre TI e áreas usuárias
Future Station: Tornando a TI mais estratégica, ágil e eficiente
A gestão moderna de TI vai além de resolver problemas: é parte estratégica da eficiência organizacional.
Com os Flows da Future Station para o Fluig, seu time de tecnologia ganha controle total das solicitações, melhora a experiência dos usuários internos e entrega mais valor para toda a empresa.
Por onde começar
Se a sua empresa já tem Fluig, o help desk costuma ser o primeiro processo a migrar — é o de maior volume e o que mais gera reclamação. Os Flows da Future Station entram prontos, e o time de TI ajusta as regras depois. Vale entender antes como funciona o Fluig e qual linguagem seu dev precisa dominar para evoluir os processos sem depender de terceiro.

Veja o que a Future Station entrega para a área de TI ou fale com um especialista.
Como estruturar a gestão de TI no Fluig
A maioria das áreas de TI já tem um canal de atendimento. O que costuma faltar é estrutura: categoria que classifica o chamado, SLA que define o prazo, fila que distribui a demanda e histórico que permite descobrir por que o mesmo problema volta todo mês.
Montar isso dentro da TOTVS Fluig tem uma vantagem específica: a TI passa a operar no mesmo ambiente onde os outros departamentos já resolvem os processos deles. O usuário não precisa aprender mais uma ferramenta para pedir ajuda, e a TI ganha visibilidade do que acontece nas outras áreas.
O que a gestão de TI no Fluig cobre
Help desk com categoria e prioridade
O chamado nasce classificado, com urgência e impacto definidos. Isso é o que permite priorizar por critério em vez de por quem gritou mais alto.
SLA parametrizado por tipo de chamado
Prazo de primeira resposta e de solução por categoria, com alerta antes do vencimento e escalonamento automático depois. O indicador de SLA deixa de ser estimativa.
Base de conhecimento ligada ao chamado
Solução registrada vira artigo consultável. Chamado recorrente passa a ser resolvido pelo próprio usuário, o que é a única forma sustentável de reduzir volume.
Gestão de ativos de TI
Equipamento, licença e responsável em um inventário vivo, alimentado pelos processos de admissão e desligamento. Acaba a planilha de patrimônio que ninguém atualiza.
Atendimento interno para outras áreas
O mesmo motor de chamado serve Facilities, Jurídico e RH. Uma estrutura, várias filas — em vez de um SaaS por departamento.
Perguntas frequentes sobre gestão de TI no Fluig
Isso substitui uma ferramenta de service desk?
Para operações de porte médio, normalmente sim. Times de TI com necessidade de ITIL completo, gestão de mudança e CMDB avançada costumam manter a ferramenta especializada e usar o Fluig nas interfaces com as outras áreas.
Quanto custa a mais na licença?
Em geral nada, porque a plataforma já está contratada. O custo é de desenho e implantação, não de nova assinatura — que é justamente o argumento contra empilhar mais um SaaS.
Dá para medir a satisfação do atendimento?
Dá. A pesquisa dispara no fechamento do chamado e a nota fica ligada ao atendente e à categoria, o que permite separar problema de pessoa de problema de processo.
Por onde começar?
Pelo help desk. É o processo de maior volume, com regra conhecida, e o que dá para colocar no ar mais rápido — o inventário de ativos vem depois, alimentado pelo que já estiver rodando.
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