Quase toda empresa que compra o TOTVS Fluig passa pelo mesmo ciclo: a plataforma entra, roda dois ou três processos, e para. Sempre que alguém precisa mudar um campo, criar uma aprovação nova ou integrar com o ERP, a resposta é abrir um chamado e esperar um orçamento. O Fluig vira um custo fixo que ninguém consegue mexer.

O que separa a empresa que tem Fluig da que usa Fluig raramente é dinheiro. É gente treinada dentro de casa.

O que um treinamento de Fluig precisa entregar

Treinamento de plataforma costuma virar tour de menu: alguém mostra as telas, o time anota, e uma semana depois ninguém lembra por onde começar. Um treinamento que funciona termina com uma pessoa capaz de sair da sala e publicar um processo em produção.

Por isso a Future Station separa a formação em dois caminhos, com públicos e resultados diferentes.

Treinamento Básico: autonomia para quem opera

Voltado a gestores, analistas e key users das áreas (RH, compras, financeiro, comercial, jurídico). É para quem convive com o Fluig todo dia e hoje depende do TI para qualquer ajuste.

Ao final, o participante consegue:

Treinamento Avançado: capacidade de desenvolver

Voltado a programadores. É o treinamento que muda o orçamento de TI, porque transfere para dentro da empresa a capacidade que hoje é comprada por hora de consultoria.

Quem conclui o avançado sai desenvolvendo processos completos no Fluig: formulários, fluxo de aprovação com SLA, notificação de gestor, guarda de documento e integração com o ERP.

Quem ministra

O Tech Lead da Future Station foi o responsável por ministrar os treinamentos de desenvolvedores dentro da própria TOTVS. A formação que a sua equipe recebe é a mesma linha de conteúdo que formou quem hoje desenvolve Fluig no mercado, sem a camada de intermediário.

A conta que quase ninguém faz

Antes de decidir, vale somar quanto a empresa paga por mês em assinaturas que existem só para cobrir buracos de processo: ferramenta de aprovação, formulário online, gestão de chamados, coleta de assinatura, controle de documentos.

Um único programador treinado consegue reconstruir boa parte dessas rotinas dentro do Fluig que a empresa já licenciou. Na maioria dos casos que acompanhamos, a soma das assinaturas cortadas cobre o valor do treinamento em um a dois meses. E o resultado fica com a empresa: processo desenvolvido internamente é ativo próprio, não aluguel.

Treinamento ou processo pronto?

Nem toda empresa quer formar time agora. Se a urgência é colocar um processo específico em produção rápido, o caminho é um Flow pronto (FluigApp), com adaptação às regras da sua operação. Se a plataforma está desatualizada e travando, o ponto de partida é a reimplantação Voyager.

Os dois caminhos convivem: a maioria dos clientes começa com um processo entregue e treina a equipe em seguida, para conseguir evoluir sozinha depois.

Perguntas frequentes

Preciso saber programar para o treinamento básico?

Não. O básico é desenhado para quem opera a plataforma, não para quem escreve código.

Qual linguagem preciso dominar para o avançado?

Desenvolvimento no Fluig usa JavaScript no lado dos eventos e HTML com estruturas próprias da plataforma nos formulários. Quem já programa em qualquer linguagem web acompanha sem dificuldade. Se quiser entender o terreno antes, leia a linguagem do Fluig.

O treinamento é presencial ou remoto?

Os dois formatos existem. A definição entra na proposta, junto com carga horária e número de participantes.

Serve para quem ainda está implantando o Fluig?

Serve, e costuma ser o melhor momento. Time treinado durante a implantação evita o cenário mais caro de todos: descobrir depois da virada que ninguém dentro de casa sabe mexer.

Minha equipe nem sabe acessar a plataforma ainda. Por onde começo?

Comece pelo básico do básico: como acessar o Fluig, endereço, login e app móvel.

Próximo passo

Conte quantas pessoas você quer formar e em qual nível. Devolvemos uma proposta com carga horária, conteúdo e datas. Peça a proposta de treinamento.